Ataques contra animais da Caprinovinocultura coloca em risco produção na região, diz morador de Vaca Brava

Postado em: 12/09/2019 | Por: Arnaldo Silva

No JORNAL TRANSAMÉRICA COM ARNALDO SILVA dessa terça-feira, 10 de Setembro, Brás, morador do Povoado de Vaca Brava, município de São José do Jacuípe, participou por telefone citando que os ataques que vem sendo registrados na região contra animais da Caprinovinocultura: Ovelhas, cabras, carneiros, tem levado criadores/produtores a perder o estímulo de continuar investindo na criação desse tipo de animal na região. “Não é só em Capim Grosso que está sendo registrado esse problema; em São José do Jacuípe, Quixabeira, dentre outras localidades, criadores tem dito que vai desistir de criar esse tipo de animal devido aos ataques, com registro de enormes prejuízos”, disse Brás, como forma de alertar a região.

Ainda sobre o assunto, o morador de Vaca Brava colocou ainda que a tendência é a cada dia que passa diminuir o número de animais da Caprinovinocultura nas Feiras da região, em um sinal de que os constantes ataques que vem sendo registrados em Capim Grosso e região, precisam ser contidos. “Uma proposta precisa ser desenhada e aplicada na vida dos criadores/produtores, caso contrário, a Caprionovinocultura regional viverá momentos difíceis, em futuro próximo”, disse o vereador Nego do Lajedo, que registrou o ataque na Fazenda Lajedinho, município de Capim Grosso, com cinco animais atingidos por cães; dos cinco, dois morreram, ficando três vivos, mas feridos, os quais precisarão de cuidados.

“O que eu vi na Fazenda Lajedinho, jamais imaginaria que um dia eu iria presenciar”, disse o edil colocando ainda que o criador dos carneiros atacados pretende encerrar a criação.

O vereador informou que o criador era dono de doze animais; morreram dois, restaram dez, com três feridos. “Em conversa com o mesmo ele disse que pretende desistir da criação”, informou o vereador.

Sobre o assunto que se transforma a cada dia em um dos problemas mais graves da Caprinovinocultura da região, o vereador Jamber Dantas falou por telefone sobre o assunto também no JORNAL TRANSAMÉRICA COM ARNALDO SILVA, dizendo que tem conhecimento do problema, inclusive do último ataque, dentre outros, mas reconhece que nem ele, nem tão pouco a Câmara de Vereadores, fez algo até aqui para conter o problema. Falou que procurou apoio do governo do estado diante de outros ataques, mas não recebeu a atenção devida. “Reconheço que não temos feito nada como representantes do povo, mas vou dizer para você Arnaldo Silva, ouvintes do seu programa, que o problema não é fácil para ser resolvido. Se Capim Grosso fizer algo e o município vizinho não fizer não valerá o esforço”, disse o vereador sem sinalizar de fato que caminho deve ser tomado para resolver um problema que tem se agravado ano após ano na região, mas como foco no município de Capim Grosso, município de muitas mortes, de muitos prejuízos diante dos ataques de cães, que alguns tem pistas de onde vem, mas no geral são animais de várias regiões. Já chegaram a dizer que cães que perambulam pelas Ruas de Capim Grosso seriam os algozes dessa matança sem precedentes, mas nada de concreto, tanto na identificação desses cães, bem como em solução para o problema.

 


Em Capim Grosso, o número de cães cresce a cada dia se tornado em um grave problema de saúde pública; somado ao problema dos ataques, se tornam em dois gravíssimos problemas para a saúde e o bem-estar da Caprinovinocultura atingida fortemente pelos ataques, com registros de prejuízos enormes, para os investidores, bem como para economia do município, que já não produz mais em grande escala o feijão, o milho, a farinha, a mamona, produtos que em décadas passadas eram a base da economia do município e região; hoje o município de grandes plantadores, homens e mulheres, que sempre tiveram a terra como forma de sobrevivência, vivem das recordações de épocas abundantes, resultados importantes, economia rural sempre em alta, para uma atualidade de pouca chuva, pouca colheita e para completar os prejuízos de anos de seca, agora a morte de animais que poderiam ser a nova frente de lucros e resultados importantes para um novo aquecimento da economia rural regional. “A situação realmente está difícil”, disse Brás, de Vaca Brava. Um difícil que ressoa como sendo na verdade um pedido de socorro para os representantes políticos de Capim Grosso e região. “O pior de tudo é que não tem quem de fato nos represente”, disse Brás.

Ataques a animais da Caprinovinocultura em Capim Grosso e região; até quando?

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