Valdir de Baixa Grande há 12 anos vivem da agricultura em harmonia com o Meio Ambiente

Postado em: 14/06/2013 | Por: Ediomário Catureba

Gosto da agricultura, tenho liberdade e sinto bem, não quero emprego mais não, quero continuar com minhas hortas, produzindo e sustentando minha família”. Comenta Valdir Bastos em um dedo de prosa com o site baciadojacuipe.
     
A partir de um projeto realizado através da Cáritas Diocesana em 2001, agricultor Valdir Bastos, decidiu a colocar em prática tudo o que aprendeu e se aperfeiçoar de maneira a produzir alimento para sua família e renda familiar sem agredir o meio ambiente. Segundo ele, tomou um curso em 2001 fornecido pelo Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – IRPAA, e daí começou a colocar em prática o que aprendeu lá e diz a cada dia se “apaixonar” pela agricultura.
Visitando a propriedade de Valdir na manhã desta quarta-feira, 12 de junho pude ver o quanto ele expressa seu amor, experiência e cuidado pela natureza, plantando e implanta ideia, um exemplo disto é sua plantação de maracujá de boi.

                                                 VÍDEO



  

O maracujá recebe diversos nomes, dependendo da região, que pode ser chamado de: Maracujá da caatinga, maracujá do mato, maracujá de boi, maracujá-mochila ou maracujá-tubarão. A fruta tem ocorrência espontânea na região semi-árida do Nordeste brasileiro. É silvestre e nativo da Caatinga, principalmente das áreas denominadas "fundo de pasto" - áreas de uso coletivo dos agricultores. É uma fruta de alto valor nutritivo, de efeito calmante e relaxante. Valdir conta que a ideia veio depois da grande procurar, segundo ele a procura do maracujá do mato é mais procurado do que a maracujina.
Questionado sobre as mudanças climáticas, Valdir afira que é devido às alterações do feita pelos homens, e alerta que a cada 10 anos o nordeste sofre um período de estiagem. O agricultor diz que desde 2001 que deixou de usar produto químico nas plantações hoje produz 100 produto orgânico.

 NIM - Para evitar as pragas ele mostra uma planta em seu terreno a conhecida nin, um inseticida natural que servem para combater pragas. O NIM tem o nome ciêntifico (Azadirachta indica) traz grandes benefícios para a agricultura e a pecuária. Seus produtos são usados na proteção natural de plantas e animais domésticos contra um grande número de pragas e doenças. Controla lagartas, besouros, gafanhotos, pulgões, cochonilhas, mosca branca e pragas de grãos armazenados. É também indicado no controle de nematóides e doenças provocadas por fungos e bactérias. No tratamento de animais é usado como carrapaticida, vermífugo e no controle da mosca do chifre dos bovinos. É inofensivo aos seres humanos, mamíferos e aves.
Canteiro Encômio, Valdir conta que a escolha é pra promover uma melhor economia de água, é feito uma retângulo no chão, onde é colocada uma lona e dentro dele é colocado terra adubada com folhas, papeis, esterco e esterco de bois permitindo uma produção 100% orgânico e no centro do canteiro é colocado um cano de PVC onde é jogado a água, este PVJ possuem furos e solta a água a medida da necessidade necessidade somente a malhação a cada 48h.
 

Perca das Colmeias – Devido a longa estiagem que afetou o município, ele conta que perdeu 13 das 22 que tinha mais mostra animado em recuperar os exames, mesmo com esta diminuição ele afirma que este ano fez R$ 1200,00 das nove restantes.

 

 

 

 

 

 

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